quinta-feira, 11 de março de 2010

Dezesseis


Dezesseis coisas que sei que te deixam feliz
01- Estar com sua avó
02- Comer chocolate
03- Girafas
04- Fazer fotografia
05- Audrey Hepburn
06- Família PEC
07- Assistir "Na natureza selvagem" comendo pipocas de microondas.
08- Sandálias Melissa
09- Não comer nenhum animalzinho
10- Ir ao Brechó
11- Pintar as unhas
12- Poder ir à praia e escolher não ir
13- Estudar para uma prova dificílima e sair-se bem
14- Encontrar o dinheiro que achou que tinha perdido
15- Juntar dinheiro centavo a centavo por uma boa causa e depois gastá-lo impulsivamente.
16- Ter um IPod com suas oitocentas músicas favoritas

sábado, 6 de março de 2010

Toalha de mesa: remendando - parte I




A idéia era caprichar na arrumação da mesa no dia de meu aniversário. Comprei um tecido bonito, meio adamascado, fiz a bainha e - Tchanam! - com 25 reais uma toalha de mesa linda surgiu. Arrumei a mesa com flores e velas, caprichei no jantar e chamei uns amigos.Só que eu não contava com a possibilidade de um convidado esbarrar nas velas e derrubar uma delas na toalha estreante, fazendo um furo na dita. Detesto disperdício e para não perder completamente o pano pensei em cortar a toalha e transformá-la em jogo americano. Mudei de ideia quando em um armarinho me deparei com uns apliques de bules e xícaras, bem bonitinhos.
Colei o primeiro aplique (um bule gordinho, que cobriu perfeitamente o furo) com cola de tecido, depois procurei espalhar os outros apliques pela toalha, buscando alguma simetria por toda a área que cobre a mesa. Foi assim que minha toalha que era toda básica e séria ficou com ares de "Chapeleiro Maluco", mas perfeita para usar em lanches e cafés da tarde. Agora estou pensando em uma solução para uma outra toalha, que comecei a bordar mas que estou odiando e não vou conseguir concluir. Quando resolver este impasse posto aqui a solução.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Quem mexeu no meu queijo?


Hoje passando pela prateleira de biscoito no supermercado tive um curto-circuito-estético-emocional: Mudaram a embalagem do meu biscoitinho de queijo Piraquê!
Não sou contra mudanças, pois sei que, como cantava a minha querida Mercedes Sosa "tudo cambia", mas a Piraquê pisou na bola, pois a embalagem nova nem se compara à antiga, que fez parte de minha infância e da infância das minhas filhas.
Chegando em casa procurei uma foto da embalagem antiga na internet (que ilustra este post) e descobri que muita gente, inclusive quem entende de design - o que não é o meu caso- se ressentiu com a mudança. Cheguei ao blog da Daniela Name e lá aprendi um pouco sobre a história desta embalagem dos anos 60 e de sua criadora, a artista Lígia Pape. Assim, o que era só uma chateação com base na memória afetiva virou indignação diante do apagamento de um pedaço de uma história que não é só minha.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Presente feito a mão: organizador de bolsa






Decidi aprender a costurar principalmente para poder presentear as amigas e a família com coisas que eu mesma fiz. No ano passado não comprei presente de aniversário para ninguém, fiz cada lembrancinha que minhas amigas e as amigas das minhas filhas ganharam. Além da significativa economia que fiz, estes agrados tem agregado o valor do meu tempo e esforço e vão alinhavados por bons pensamentos colocados em cada peça .
Hoje terminei mais um Organizador de Bolsa (este vai para a Alicja!), que aprendi a fazer aqui. Ele é facílimo de fazer e fica bem bonito. Fiz vários durante 2009 e é muito bom vê-los em uso por suas proprietárias, mulheres charmosas, divertidas e com as bolsas mais organizadas da cidade.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Luz e sombra


Li em algum lugar que os bebês são propositalmente "projetados" para despertar o melhor em nós... não tenho certeza disso, mas ontem passei a acreditar mais na teoria de que os olhos grandes, as bochechas fofas e a aparente vulnerabilidade amolece corações: saí com o Benjamin no sling (super presente da Jordana!) e fui ao supermercado perto de casa. Tarefa simples, em tese. O problema é que as imediações do tal mercado andam tomadas por usuários de crak e desvalidos em geral. Bem, a certa altura do trajeto um grupo de três homens sentados na calçada (conhecidos na vizinhança por abordarem agressivamente as pessoas) começou a me olhar fixamente. Senti os joelhos bambearem e o coração disparou quando me aproximei mais e um deles se levantou e veio em minha direção: - Tem um nenê aí dentro? - ele perguntou. Fiz que sim com a cabeça e abri um pouco o tecido do sling . - Que carinha bonitinha!- foi o que ele concluiu. Sorri, agradeci e me afastei um pouco aliviada, um tanto envergonhada. Se o episódio não me leva a acreditar romanticamente que todo mal do mundo se dissipa frente a um bebê, ao menos me faz crer que o bem pode não ser uma regra, mas não é, tão pouco, uma exceção.