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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Um dia de cada vez...


Não tenho uma larga experiência em feiras e bazares mas já participei de alguns e não tem jeito: sempre temo não conseguir produzir coisas o suficiente para levar. Desta vez eu estendi a produção por três semanas, costurando sempre entre 21h e 1 da manhã(o Benjamin dormiu, as coisas se alcalmaram na casa e aí é que começa a costurança- quem tem família, trabalho e produz artesanato sabe como é). O resultado (além de um cansaço monumental) está nas fotos abaixo tiradas aqui em casa. Fiquei muito feliz em ver a mesa cheia e saí para o Bazar "cheia de amor pra dar"... mas no "planeta comércio" as coisas são imprevisíveis e NÂO VENDI NADINHA no primeiro dia apesar dos elogios e carinho dos passantes - é, o mundo "fofurítico" também pode ser dureza! Fiquei meio chateada, mas já passou e amanhã e sexta eu volto, então aguardem as cenas dos próximos capítulos e torçam para que eu venda o suficiente para pagar ao menos as despesas do proprio bazar!



domingo, 24 de abril de 2011

Feliz Páscoa Craft







A Páscoa deste ano aqui em casa teve a ajuda das seguintes craftrs, com suas idéias geniais: Palito cora-coelho foi ideia da Ma Cola do Colacorelinha, os coaster aprendi a fazer na Casa al Mare, as bolachinhas de Ovomaltine eu vi no Quilts são Eternos (receita da Ana Vergara) e o coelhinho "Simple-simple" aprendi no Faboolous!
O único presente que não fiz neste ano foram os deliciosos cupcakes, que comprei de minha amiga Elisa Sebrão da Party Cakes!
Missão Páscoa cumprida! Felicidades para todos!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Dicas para ter sucesso em uma Feira de Artesanato: Parte 1 - Conheça seu público


Ao me inscrever para participar de minha primeira feira de artesanato surgiram milhares de dúvidas sobre o que fazer para garantir que não fosse um fiasco: o que produzir? quanto de cada peça? como organizar o stand? de que maneira controlar as vendas? e por aí vai...
A tarefa ficou mais fácil graças à preciosa colaboração da querida Lili Ferret, que teve uma super boa vontade em responder meu e-mail angustiado e cheio de perguntas. Ela havia acabado de fazer parte de uma feira grande e eu lhe escrevi pedindo um post em seu blog com dicas. Muito modesta, ela preferiu responder por e-mail. As dicas da Lili sobre a pré-produção de uma feira foram essenciais e garantiram grande parte de minhas vendas! Quero dividir com vocês todas elas, mas farei isso em etapas, começando com a principal delas:
1 - Primeiro vc tem que saber qual é o público alvo, as concorrentes e quanto normalmente é gasto nessas feiras. Esta foi sem dúvida a dica mais importante: a feira era em uma escola, assim minhas assessoras em assuntos para a juventude - minhas duas filhas- me garantiram que acessórios fofos, com temas de cupcake, princesa, video game, venderiam bem desde que pudessem ser comprados com a graninha do lanche!

Dito e feito: levei chaveirinhos de cupcake e cookies e vendi tudo no primeiro dia. Virei a noite para garantir a satisfação de minhas mini clientes :)) e vendi tudo no dia seguinte: além disso vendi alguns marcadores de páginas, porta lenços e capas de caderno para as professoras e tiaras de coroa e do Pacman, além de bichos com tema Alice no país das maravilhas para os alunos do Ensino Médio.


Nada custava mais do que 30 reais e eu tinha peças por até 4 reais. As peças mais caras (bichos de pano) saíram mesmo no segundo dia, pois ao comprar um chaveirinho e conhecer a barraca os clientes voltavam no dia seguinte para buscar algo mais carinho, para sí ou para presentear.

Dispus as coisas na barraca seguindo as dicas do precioso post do blog Com capricho. Metade do sucesso é deixar a barraca bem convidativa, mas isso será o tema da próxima postagem. Aguardem!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Quem mexeu no meu queijo?


Hoje passando pela prateleira de biscoito no supermercado tive um curto-circuito-estético-emocional: Mudaram a embalagem do meu biscoitinho de queijo Piraquê!
Não sou contra mudanças, pois sei que, como cantava a minha querida Mercedes Sosa "tudo cambia", mas a Piraquê pisou na bola, pois a embalagem nova nem se compara à antiga, que fez parte de minha infância e da infância das minhas filhas.
Chegando em casa procurei uma foto da embalagem antiga na internet (que ilustra este post) e descobri que muita gente, inclusive quem entende de design - o que não é o meu caso- se ressentiu com a mudança. Cheguei ao blog da Daniela Name e lá aprendi um pouco sobre a história desta embalagem dos anos 60 e de sua criadora, a artista Lígia Pape. Assim, o que era só uma chateação com base na memória afetiva virou indignação diante do apagamento de um pedaço de uma história que não é só minha.