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domingo, 9 de outubro de 2011

Enfim, no que deu o bazar?


No post anterior dividi com vocês o gostinho amargo de ir com suas coisas para uma feira/bazar e voltar com todas elas, sem ter vendido nada...o que me afligiu mais foi o medo de não conseguir um retorno nem para pagar as despesas do Bazar (inscrição, táxis, despesa com a máquina do Visa).
Mas, como algumas de vocês sabiamente me avisaram, os dias seguintes foram bem melhores e o saldo final foi até bem positivo! Vou lembrar da lição: no próximo Bazar ou feira vou com o espírito menos aflito e tentarei me divertir desde o primeiro dia, sem me encanar demais com o retorno financeiro, porque ele vem - devagarzinho e aos poucos, mas vem. Escrevo isso cantarolando a música do Walter Franco: "tudo é uma questão de manter a mente aberta, a espinha ereta e o coração tranquilo.":)
Eu havia convidado, no instinto, uma moça muito talentosa que conheci em um outro bazar para dividir a barraca comigo e posso dizer que ela foi uma grande bola dentro que dei. Mi Asanome do blog Tudo de Papel além de fazer coisas lindas em papel é uma parceira de trabalho irretocável: responsável, correta, gentil e alto astral, destas que não fazem corpo mole e não te deixam desanimar,precisa de mais?
Bem, só para finalizar umas fotos da nossa barraca, da minha cabeça de Alce que acabou no manequim do brechô que era nosso vizinho e de uma menina linda que posou com um de meus estojos só por diversão, para ilustrar a máxima "a gente ganha pouco mas se diverte"! E se divertir trabalhando é bom, não é mesmo? Boa semana gente!



terça-feira, 4 de outubro de 2011

Um dia de cada vez...


Não tenho uma larga experiência em feiras e bazares mas já participei de alguns e não tem jeito: sempre temo não conseguir produzir coisas o suficiente para levar. Desta vez eu estendi a produção por três semanas, costurando sempre entre 21h e 1 da manhã(o Benjamin dormiu, as coisas se alcalmaram na casa e aí é que começa a costurança- quem tem família, trabalho e produz artesanato sabe como é). O resultado (além de um cansaço monumental) está nas fotos abaixo tiradas aqui em casa. Fiquei muito feliz em ver a mesa cheia e saí para o Bazar "cheia de amor pra dar"... mas no "planeta comércio" as coisas são imprevisíveis e NÂO VENDI NADINHA no primeiro dia apesar dos elogios e carinho dos passantes - é, o mundo "fofurítico" também pode ser dureza! Fiquei meio chateada, mas já passou e amanhã e sexta eu volto, então aguardem as cenas dos próximos capítulos e torçam para que eu venda o suficiente para pagar ao menos as despesas do proprio bazar!