Mostrando postagens com marcador Mãe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mãe. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Cuidar.



Só uma passadinha rápida para agradecer todo apoio que tenho recebido de tantas pessoas cuidadosas e delicadas, que gastaram de seu tempo para lançar um pensamento compassivo, uma oração, um comentário carinhoso aqui no blog para minha mãe e para mim, nestes dias duros. As notícias são boas: minha mãe saiu da UTI e embora deva continuar no hospital por algum tempo já está mais animada (pediu uns retalhos para fazer fuxico!) e feliz por poder ter a companhia e visitas dos filhos e netos.
A foto é do Benjamin no último domingo e me pareceu apropriada para este post: agora é cuidar com carinho.
Um beijo a todas e todos!
Importa colocar em tudo cuidado. Para isso, urge desenvolver a dimensão de anima, que está em nós. Isso significa: conceder direito de cidadania fundamental à nossa capacidade de sentir o outro; ter compaixão com todos os seres que sofrem, humanos ou não-humanos; obedecer mais à lógica do coração, da cordialidade e da gentileza do que à lógica da conquista e do uso utilitário das coisas. Leonardo Boff

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Para minha Mãe: como aprendi a trabalhar com o coração.


Faz tempo que não posto nada e a razão é meio triste: minha mãe está na UTI devido a uma embolia pulmonar. Estamos tão aturdidos e ansiosos que não sobra muita alegria para compartilhar no blog. Mas hoje eu lembrei de um texto que escrevi para uma promoção no site da Lu Gastal cujo tema era "Trabalhar com o Coração". Eu o escrevi pensando em homenagear meu pai (que já deixou este cais há alguns anos) e minha mãe, os primeiros crafters que conheci. Deixo o texto aqui, para quem tiver paciência.Deixo um pedido de torcida e oração por minha mãe para quem tiver fé.

Trabalhar com o Coração

Caçula de uma família numerosa, cresci vendo meus pais trabalharem com o coração – e as tripas!- em numerosas atividades: além do emprego formal de meu pai em um almoxarifado de empresa, ele e minha mãe inventavam cotidianamente formas de ampliar a renda, saindo de madrugada numa lambretinha para buscar jornais para o dono de uma banca de revista, fazendo pão caseiro para a vizinhança, lavando copos no estádio do Atlético em dia de jogo... sem dramas, sem traumas, sem achar que era demais. E com leveza no trabalho duro eram passados os dias, os filhos participando de tudo, ajudando, e eu a caçulíssima, pelas bordas assistindo este teatro de fazer e ganhar, de cansar e dormir, de acabar e recomeçar.
Mas de todas as modas inventadas para ganhar um a mais a cada mês, era ao pé da máquina de costura que eu assistia as maiores mágicas acontecerem: cortinas, aventais, vestidos, e eventuais guarda-pós em encomendas enormes para alguma “firma” iam se formando diante dos olhos, e gerando aqueles resíduos que são tudo para uma imaginação de criança: pedaços de fio, restos de tecido, botões quebrados. Era, sobretudo, este resto do trabalho que me atraía. Em algumas ocasiões os fiozinhos saiam conosco de casa, pendurados em nossos casacos e cabelos, ou se espalhavam por toda a pequena casa, não obstante o desvelo de minha mãe e sua vassoura, tentando manter a ordem. “Viver deixa fiapos”, dizia meu pai com aquele sotaque nordestino que mesmo depois de 30 anos de migração ao sul ainda persistia. E eu achava graça, sem entender direito a idéia de transformação e movimento inserida nesta frase.
A sociedade de meus pais no grande empreendimento de sobreviver e criar os filhos era de uma sintonia admirável, ele riscava e cortava os moldes, ela montava e costurava as peças. Os filhos embalavam, cortavam os fiozinhos, pregavam botões. Menos eu, sempre poupada a contragosto, pois queria fazer parte da mágica também. – Não, você é muito pequena e além do mais não quero isso para você. Você vai é ser doutora e não terá que passar horas em cima de uma máquina de costura para viver. Então só me restava olhar...
O empenho resultou em casa própria, uma Brasília 79, todos os filhos criados e crescidos na ética do trabalho. Nenhum de nós precisando passar horas sobre a máquina de costura para viver...mas nem tudo se dá nesta vida pela ordem da necessidade, há ainda a vontade, pura e simples.
Movida simplesmente pela vontade me vi, já adulta tentando aprender a costurar na velha Singer Super-zig-zag que tomei emprestada de uma amiga. Queria aprender pelo prazer de saber fazer, pela vontade de gerar fiapos em minha própria casa e de torná-la um lar de trabalho e calor. Aprendi no ano passado a costurar timidamente: os vieses tortos, as barras irregulares; para que pouco a pouco as peças começassem a ficar bonitas.
Quando na volta de minha licença maternidade perdi um emprego excelente (no qual eu também punha o coração) tomei uma decisão radical: viveria 2010 de maneira econômica usando meu FGTS para poder estar em casa com meu filho, estudaria para finalmente realizar o presságio de meu pai e fazer o doutorado e transformaria o hobby da costura em uma forma alternativa de renda. E assim foi: com leveza, sem dramas, sem achar que era demais reinventei meu cotidiano, passei na seleção do doutorado, costurei com meu bebê ao lado - brincando sobre o quilt que eu fiz para ele, participei com todo orgulho de minha primeira feira de artesanato, tendo como ajudantes minhas duas filhas mais velhas...enfim, me vi meio que naquela música ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais- e posso dizer: ainda bem que sim.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mãe, otite, presentes e felicidade compartilhada.






Está quase impossível atualizar o blog: Benjamin com dor de ouvido, doutorado ocupando cada fresta de tempo que tenho (estou estudando os Reis Taumaturgos, do Marc Bloch, para uma das disciplinas e descobri que São Marcoul é o padroeiro dos armarinhos - isso é o mais perto de costurinhas que eu consegui chegar nos últimos dias)!
Mas o dia das mães, apesar das noites de otite foi super lindinho. As meninas prepararam muitas surpresas: café da manhã com tudo que gosto, flor na mesa, presente lindo! Ganhei um móbile do Mercato Casa que de um lado tem uma ilustração fofa e do outro uma frase que por coincidência bordei recentemente. Elas também gravaram duas trilhas de filmes que eu adoro! No "encarte" do cd de meu filme favorito - "Na natureza selvagem" - escreveram a frase " A felicidade só é completa quando compartilhada", descoberta de ouro do personagem principal do filme. Assinaram com as digitais, das duas e do Benjamin (minhas flores, meu bendito fruto :). Me emocionei muito...
No mais não fiz o cobertor para minha mãe pois foi tudo corrido demais e agora o Benjamin só quer colo e historinha o dia todo...mas correria, historinha, otite e canseira fazem parte do pacote mãe completo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Presente de dia das mães de última hora: Cobertor com mangas!


Resolvido: amanhã cedo vou comprar três metros de soft para tentar fazer o cobertor com mangas da foto. Encontrei o tutorial aqui e estou ansiosa para ver se vai dar certo. Não parece complicado e acho que para uma mãe como a minha, que precisa aprender a descansar, será um presente incentivador. Estou com vontade de ter um destes desde que o vi sendo usado pela mãe anti heroína Franki Heck da série The Midle (que aliás nós todos em casa adoramos). Se der certo quero fazer um para mim,pois já me vejo enrolada nele, numa noite fria, lendo, digitando ou bordando sem gelar os bracinhos. Será que consigo?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Minha mãe merece! E eu também...


Teimosia é meu nome do meio, por isso, mais uma vez estou participando de uma promoção de um blog fofíssimo. Desta vez é o Vestido de Rodar, que junto com a Villa Pano vão sortear o conjunto de mesa da foto em homenagem às mães. Quer tentar? Aproveite e confira também os posts especiais sobre maternidade que estão sendo publicados lá no vestido durante todo o mês de maio. Uma carinhosa homenagem

domingo, 10 de abril de 2011

Extremos: maternidade é esporte radical


Não salto de paraquedas, não escalo montanhas, não faço mergulho...mas tenho um filho de 1 ano, uma de 18 e uma de 17. É radical. E neste mundo louco é o que me basta para viver com o coração na boca.
E eles estão, cada um a seu modo, caindo no mundo.
Mês passado a mais velha começou em seu primeiro emprego e lembrei de como é esta fase: sai da faculdade, pega ônibus lotado, chega correndo no trabalho, almoça às pressas...ela tem feito as refeições no trabalho e chegou chateada dizendo que é deprimente comer com um talher de plástico que nem dá conta de cortar os alimentos.
O mais novo iniciou na creche (sim, eu falo creche em respeito à conquista das mulheres da década de 60- não é escolinha, é creche). E depois de uma semana de adaptação para todos nós (principalmente para o pai) está feliz da vida com a nova aventura.
Para atender necessidades tão diferentes e dar um "toque de mãe" no dia deles fiz para a Laura um porta-talheres, charmoso e feminino, que ela pode carregar na bolsa. Assim dá pra encarar o "marmitão" com um pouco de glamour!


Para o Benji fiz um saco para roupa suja, forrei com tecido que plastifiquei em casa a partir deste tutorial do Superziper. Usei sobras de tecido do seu acolchoado de estimação, que eu fiz para ele !

Bordei um varal, no qual coloquei as roupinhas de feltro - com cueca amarela e tudo!

Enquanto isso...a filha do meio, Helena, vive o purgatório do terceirão - ai,ai...


Cantarolei esta música a cada gravidez, mesmo sem entender a letra e agora reafirmo minha profissão de fé como mãe, com o bom e velho Simple Red:

"You know I'd do most anything you want
Everyday I, I try to give you everything you need
We'll always be there for you
I don't believe in many things
But in you I do"

Você sabe que eu faria quase qualquer coisa que você queira.
Todos os dias eu tento te dar tudo o que você precisa,
Eu sempre estarei lá por você...
Eu não acredito em muitas coisas
Mas em você... eu acredito.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Doutorado?


A receita simples do Udo, um antigo professor da graduação, funciona mesmo. Ele disse certa vez que "não há nenhuma dificuldade capaz de resistir ao estudo diligente, ao esforço e à disciplina". Foi fazer para crer: PASSEI NA SELEÇÃO PARA O DOUTORADO! Quem disse que as mães de bebês são menos produtivas e tem menos condição de dedicarem-se ao trabalho? Pois é mulherada, só digo uma coisa: YES WE CAN!! E que ninguém duvide!
beijos a todos e todas...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Aniversário da minha mãe! - Bolo de pano





Hoje é aniversário da minha mãe querida! Comemoramos com um lanche em família no domingo e eu fiquei encarregada de fazer o bolo. Como ando mega atarefada (estou revisando a dissertação de uma amiga e vou participar de uma feira de artesanato ao final do mês) decidi fazer algo rápido: bolo de coco gelado! Lembram disso? Na década de 80 era "super-in" nas festinhas de criança. Ressuscitei a receita através de uma amiga e decorei com tecidos e aviamentos duas caixas redondas para serem o "Bolo". Vi um bolo assim em uma revista Make, feito pela Lu Gastal, mas o dela era uma caixa-de costura. O meu veio recheado por pedaços de bolo gelado embrulhados no papel alumínio e depois - ideia do blog Rainhas do Lar - embrulhadinho no crepom e com um laço de fita.
Minha mãe ficou toda contente e os convidados lembraram com nostalgia as festinhas dos filhos com as caixas de bolo decoradas e a lambeção de papel alumínio que se seguia ao parabéns.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Como potencializar seus estudos costurando uma capa de caderno


A primeira etapa da seleção para o Doutorado é domingo...é a prova escrita. Curiosamente o primeiro vestibular da minha filha Laura é também domingo...e ao que parece, no domingo nasce o primeiro dente do meu caçula Benjamin - a julgar pelo seu mau humor.
Hoje não consegui estudar: Certau, Revel, Foucault se misturavam...já não sabia mais quem falou o que! Noite passada sonhei que tinha que explicar "os recursos narrativos na historiografia" para umas criancinhas de 5 anos. Concluí que era hora de apertar Ctrl+Alt+Del na minha cabeça e descansar.
Então resolvi fazer uma capa para meu futuro caderno para as disciplinas do primeiro Semestre do Doutorado! Parece loucura, mas me deixou relaxada e enquanto costurava cada autor foi tomando seu lugar, a questão da narrativa foi ficando simples de explicar e meu estômago parou de dar tantas voltas.
A capa do caderno que costurei hoje e meu material de estudo: além dos livros, tampão para os ouvidos e um timer com campainha escandalosa

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Escrito nas estrelas



O coelhinho veio primeiro...foi uma troca que fiz há dois anos na "Feira da Troca" da escola em que eu trabalhava. Ficou guardado por muito tempo numa gaveta, mas algo me dizia para contrariar meu impulso de colocar todos os objetos em uso e não presentear nenhuma criança com ele. Pois bem aí estão eles, feitos um para o outro.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Dia das Mães inspirado





Imagens:Helena Ganzert


AH!Nada como um passeio pela internet para nos encher de idéias...neste dia das mães a sobremesa, o pacote do presente e umas lembrancinhas a mais sairam, direta ou indiretamente, dos blogs por onde ando.
O pacote do presente foi inspirado neste post do Bananacraft. Fiz os corações em tecido e não fotografamos o lado da trás da caixa onde estava um coração fofo que é um pegador de panela inspirado neste aqui.
Para as mães que encontrei no domingo dei um brigadeirinho de colher inspirado no que o Atelier Maria Brigadeiro mostrou na revista Make número 9.
E a sobremesa? Adaptei esta receita recheando um pão de ló com o creme trufado. Ficou uma delícia.
Obrigada a todos pelas muitas inspirações!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Dia das mães e presentes de grego.




Hoje minha mãe veio almoçar comigo e acabamos falando sobre Dia das Mães e presentes, é claro. Relembrei os muitos corações desenhados em qualquer papelzinho que já dei e já recebi no Dia das Mães e daqueles projetos mirabolantes com sucata que os filhos nos fazem e que adoramos mas não sabemos aonde nem por quanto tempo guardar. Lembrei também do adorável e desastroso presente que ganhei das meninas quando eram pequenas: elas decidiram fazer uma faxina caprichada no meu quarto e limparam tudo com esponja, água e detergente...tudo mesmo - inclusive minha televisão, que obviamente parou de funcionar.
Eu também já presenteei minha mãe com algumas surpresas duvidosas. A maior delas foi um lindo buque de cravos, uma cidra e uma estatueta que encontrei na esquina de casa ao voltar da escola (eu estava na primeira série). Achei aquelas coisas tão lindas para ficarem ali na rua e pensei que não haveria mal nenhum em pegá-las (achado não é roubado). Tive que devolver tudo, fazer papel de doida pedindo desculpas em voz alta para não sei que entidade e ainda rezar para meu anjo da guarda pedindo proteção...juro que não entendi nada, mas para garantir voltei ao bom e velho coração desenhado no guardanapo.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Presente feito a mão: Kit charmoso para o carro da mamãe



Olha que bela ideia: uma lixeirinha e um porta-lenços de papel, tudo coordenadinho e caprichado para sua mãe esbanjar glamour até no carro! Gostou? O porta-lenço aprendi a fazer aqui...quanto à lixeirinha o molde pode ser uma destas que vem de brinde em tnt - escolha dois tecidos coordenados, botões e viés bem bonitos e pronto!!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Nosso neurônio está no Bananacraft!

Nosso neurônio de pelúcia expandiu suas sinapses e está no querido site Bananacraft!

Presente feito à mão: tiara, ou transformando um "bad hair day" em um dia de princesa


Imagens: Helena Ganzert

Um dia desses minha filha estava num humor horrível pois não conseguia arrumar o cabelo (você já foi adolescente e sabe como isso pode ser sério!). Então fiz, meio de brincadeira, uma pequena coroa com um retalho, entretela termocolante e rendinhas e colei em uma tiara velha. Ficou engraçado pois é meio rústico e desfiado, mas com ares de realeza. Ela adorou e saiu toda cheia de nobreza com sua coroa de trapos por aí. "E assim a bela mocinha tornou-se princesa e todos viveram felizes para sempre..."

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Neurônio de pelúcia, ou "hay que ser nerd, pero sin perder la ternura jamas"




Ano passado minha filha Helena teve que fazer um daqueles clássicos projetos de biologia, em que se pede ao aluno para criar um modelo de célula. Para fugir de um modelo tipo "maquete" melequenta, que usasse gelatina, massinha ou argila e que fosse impossível de carregar no ônibus ela pediu minha ajuda e pusemos nossos neuroninhos para funcionar. Juntas criamos o "Neurônio de Pelúcia"! Tá, não é bem pelúcia, mas de feltro e fizemos assim: ela desenhou o contorno do neurônio, eu cortei no feltro, costurei e enchi com fibra. Pronta esta base a Lelê vasculhou minhas gavetas de aviamentos e fez com eles as organelas. O resultado ficou divertido e agora enfeita a escrivaninha dela. A professora e alguns colegas nerds ficaram loucos por um e nós estamos pensando em fazer pequenos chaveiros-neurônios para vendermos na feira de artesanato do colégio, afinal um neurônio extra pode fazer diferença...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Presente feito à mão: elefante de pano


O Original: cinza, de feltro

Minha "releitura": bolinhas

Imagens: Helena Ganzert

Meu primeiro boneco de pano - um elefante de bolinhas! A intenção era retribuir um presente que ganhamos (um CD com canções de ninar, lindo) e fazer algo especial para o Bernardo, que tem um ano. Aproveitei a oportunidade para tirar o modelo do elefante de feltro da Sílvia (que ela comprou numa feira de usados em Vancouver) e que eu acho fofo. Usei os materiais que tinha em casa e fiz o bicho em algodão com olhos de botão (super bem costurados para resistirem a meninos de um ano!). Como copiar, pura e simplesmente, é feio, dei um toque diferente: aquela espécie de "sela" serviria para o Bê carregar uns bonequinhos nos saquinhos laterais. Mas algo me impediu de entregar o presente: o Benjamin, que nunca havia agarrado de verdade brinquedo nenhum segurou firme o elefante pelo rabo e passou muito tempo brincando com ele, encantado - e eu olhando, encantada também. Bernardo, desculpe, mas já estou fazendo outro, bem bonito pra você pois este ficou para o Benjamin.

terça-feira, 13 de abril de 2010

A invenção do Cotidiano


Que semana a que passou! Não pude fazer o checapão das meninas no começo do ano pois estava com o Benjamin recém-nascido, então esta foi a semana de visitar todos os médicos, tomar a vacina da Influenza H1N1, cuidar de um bebê em pico de crescimento e ainda por cima retornar à universidade. Não lembrava mais como era viver sob tanta pressão do tempo e das tarefas. O resultado foi este blog empoeirado e sem novidades...não se pode ter tudo (não mesmo?). A máquina de costura saiu da escrivaninha e deu lugar aos livros e cadernos de notas. Estou reinventando o meu cotidiano - e com síndrome de abstinência de costurar! Mas depois de quinta-feira, dia em que apresento minha leitura do livro "A Invenção do Cotidiano" de M. de Certeau (sincronicidade, não?), volto a inventar moda.

terça-feira, 6 de abril de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Segredos de uma vida empolgante


Imagens: Helena Ganzert

"O segredo de uma vida empolgante não está em descobrir maravilhas, mas em procurá-las". Pensei nesta frase do Dr. Augusto Ruschi hoje de manhã, depois de entrar no quarto do Benjamin, que tem aquele ar de ponto de partida numa vida recém inaugurada e depois entrar no quarto das meninas e encontrar o registro do que lhes ocupa grande parte das preocupações atualmente: a escolha do curso superior - momento igualmente inaugural.
Maravilho-me diante de tantos recomeços, isso me estimula a também sempre recomeçar.