sábado, 29 de maio de 2010

Presente pra fazer presente



Ganhei um presente desses que se multiplicam: um livro com 200 idéias de presentes feitos a mão para bebês. Meu marido encontrou-o em um sebo pela bagatela de trinta reais. Traz várias idéias boas para adaptar, mas tem muito crochê (que pra mim é o mais misterioso dos artesanatos) e alguns projetos em marcenaria, que não curto muito.Estou louca para ter um tempinho e experimentar algum projeto...quem sabe não aparece por aqui algum brinquedo novo esta semana?

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Escrito nas estrelas



O coelhinho veio primeiro...foi uma troca que fiz há dois anos na "Feira da Troca" da escola em que eu trabalhava. Ficou guardado por muito tempo numa gaveta, mas algo me dizia para contrariar meu impulso de colocar todos os objetos em uso e não presentear nenhuma criança com ele. Pois bem aí estão eles, feitos um para o outro.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Feito a mão: babadores



"O bebê baba"...não, não é um retorno à cartilha, é a mais pura verdade. Para proteger as roupas do Benjamin ganhei alguns babadores mas como ele suja vários por dia precisei comprar mais e fiquei chocada com o preço (cerca de sete reais cada um), então resolvi fazê-los eu mesma. É fácil, mas tem uns segredinhos. Comprei um retalho de um moletom macio, vendido por quilo, que a moça disse chamar-se "pluminha" - com cinco reais de tecido fiz sete babadores duplos. Usei velcro para fechar no pescoço e entre a frente e o verso costurei por dentro um retângulo de plástico, destes de forrar necessaire, tal qual uns babadores da "be little" que ganhei. O legal do plástico por dentro da peça é que ele protege mais da umidade, mas sem estar em contato com o bebê. Com as sobrinhas fiz babadores para os bichos de pelúcia, só pra fazer graça.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

Ah, que prazer não cumprir um dever...


"Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!"
Fernando Pessoa


Antes que me julguem uma preguiçosa explico: o prazer não está em não ler, mas em abdicar dos livros que PRECISO ler em favor daqueles que DESEJO ler. Isso sim é libertador.